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viernes, 18 de diciembre de 2015

LÁGRIMAS PUNGENTES

Dime como son tus piernas y yo te diré como cojeas. Pese a mi poca fe, creo que este no es el refrán aplicable al asunto de la contienda televisada y bien informada por la una a los unos y otros, pero también es de mi fe que puede aplicase. Quevedo decía “cada oveja con su pareja” y “de la mano a la boca se pierde la sopa”.  Por la misma recta, Cervantes expulsaba de su pluma letras para ponerlas en boca de Sancho:  - “Este mi amo por mil señales he visto que es un loco de atar y aun también yo no le quedo en zaga, pues soy más mentecato que él, pué le sigo y le sirvo” – y concluye – “Dime con quién andas, decirte he quién eres”. En Don Papis de Bobadilla se hablaba que quien con un cojo va, al cabo de un año también cojea. Todavía  más nexo ofrece el padre Lord al afirmar que la indecencia es objeto de la ira divina:  “estos hijos de Dios, trapaceros, desleales, ladrones y traicioneros, que usurpan placeres y huyen de sus responsabilidades, que desean gozar la vida tirándola de otros, Dios los castiga con vergüenzas, lágrimas pungentes, vidas estragadas”

Pasando el después de mañana para oír el canto del gallo.
No pasó el día, no acabó la remaría, pero ¿quosque tandem todo quisque abutere nuestra paciencia?  Miramos hacia atrás y la vemos muy lejos; miramos el futuro y la sentimos en el infinito.  ¿También vosotros, brutos, con orgullo habéis entrado en discusión y discutiendo olvidasteis el consejo del pueblo de que la honestidad genera grandeza y que decencia es cualidad de  aquél o aquello que es decente? Decencia es la rectitud de un docente que acepta y se resigna con lo que es socialmente pedagógico, visto como digno, integro y respetable por su forma de actuar. Tiene en su antónimo el descaramiento, la desvergüenza, la insolencia indecorosa.  La honestidad no se alardea, se demuestra con acciones y no con palabras que a la vuelta de la esquina desmienten las acciones. Es imposible entender que Alibabá desconociera los primeros ladrones, a aquellos que también eran los primeros en llegar a la cueva y saquear los cajones. Quien así procede llamarse ha miserable, canalla, ruin y mezquino.

domingo, 1 de noviembre de 2015

SAMBA DO CRIOULO DOIDO

“Quando um economista fala de economia, geralmente está ligado aos bancos”. Considero preocupante a expressão econômica do economista e professor Dutra Sobrinho, gravada pelo Jornal Gente na edição de 31/10/2015.  Haverá que digerir a confissão com extremo cuidado para não cair na tentação de bardos ataques, ou por defesa ou por retaliação do dito em ambiente de entrevista ao jornal.

Evidentemente, todos nesta santa terra somos conduzidos pela ansiedade que provoca a pressão.  O homem público carece de essas pressões ainda mais que o individuo passivo. Independente nem sequer o foi Robinson Crusoé na sua bela ilha da fantasia, o qual recorreu ao auxilio do registro gráfico para conhecer o saldo diário na sua relação com o sol. Também não foi independente Moisés a quem o Senhor determinou que Arão fosse seu embaixador. Alí Babá teve sua astucia dependente dos quarenta ladrões, os quais entesouraram uma enorme fortuna na cova Sésamo.

Os economistas não podem ser diferentes. Os economistas devem agir com cada vez mais força. Devem empunhar a arma da contabilidade aritmética para descobrir os rombos entre a receita e a despesa e atribuir responsabilidade ao verdadeiro responsável, quem, pelo principio da unidade de comando, todos sabemos que é.

Esse Uno indivisível é o único Deus da liturgia econômica capaz de ditar a obrigação de pagar e o direito de recolher. Não obstante, na ordem dos Gastos a competência está mui acirrada e se observa a existência de três anjos competindo com a ordem divina no mesmo nível de entronação.

Todos ditam despesas. No decorrer dos anos se observa que os gastos do Estado crescem mais que os gastos em um estado de guerra. Parece um crescimento sem fim com idêntico resultado daquela beligerante situação. Todos nós quedamos aflitos pela angustia do estado que não consegue superar o mal animo. Seria este um problema de conscientização da massa no processo de fermentação? Talvez o seja da bondade política de quem não tem vontade na arte de ensinar a pescar o pão-nosso-de-cada-dia, considerado o entesouramento havido na cova de Sésamo.

É fácil cortar despesas no lado fraco. Não é menos fácil perceber que ao romper este elo a corrente se desfaz, e a riqueza, por ausência de fluxo no ciclo continuo, estanca na promessa do bem estar falido.

Quando o país vai mal, a receita dos salvadores gurus consiste em  deixá-lo pior, apertando a corda que o asfixia. O CPMF agrada os que irão comelo. A suspensão das cestas básicas no hospital das clinicas desagrada aos que dela faziam uso. Os salários altos do setor público ultrapassado a legalidade são reconhecidos como estáveis. 

Aposentadorias do trabalhador são vilmente usurpadas pela técnica da inflação declarada abaixo da inflação real, pela correção que jamais corrige o usurpado durante o ano, pela paridade da moeda para justificar o aumento de insumos agrícolas, dos remédios e de todo que minora a desgraça de ser velho. Por acumulo, os juros, que pela constituição de 1988 (art. 192, parágrafo 3º.) deviam ser de 12 por cento ao ano, foram liberados por ato de uma mão sem um dedo, sem que ninguém percebesse a sua revogação, mesmo considerando crime de usura taxas superiores a este limite, já considerados comissões e quaisquer outras remunerações. Em outro salto de gato, os prestamos com a garantia da consignação foram elevados desde a altura de vertigem dos 28,92 ao ano (2,14 % ao mês) para outro mais inebriante de 31,39 % ao ano (2,34% ao mês). No caso de cartão o salto é mais gravoso e sem a menor expectativa de sair ileso do pulo.

Creio que não é economicamente inteligente para a nação falar de juros efetivos ao mês. O ciclo normal é de um ano. Todos os economistas sabem isso. Evidentemente há ciclos maiores, por exemplo, de cinco, dez ou trinta anos. A nenhuma agencia financeira  se lhe ocorreria ofertar os juros capitalizados nesse período, que são 4.133,79%, considerada a taxa mensal de 2,34%. Para uma desvalorização real em toda a sua existência frente ao dólar de +/- 400%, o sistema financeiro arrancou da nação +/- 4000% a uma taxa teórica legal, que na pratica, considerando um monte de picuinhas acrescentadas aos juros, é muito superior.

O orçamento doméstico nos aconselha a não gastar mais do que se ganha. Mera ilusão do economista que não sabe dizer como se pode viver com o salário mínimo, que é a triste contingência dos infelizes afiliados ao INSS pela fórmula que repõe migalhas do que arrancou a inflação. È neste tema que as diversas ordens profissionais deviam vir a publico para denunciar o assalto ao bolso dos contribuintes por parte do INSS. Este ano, documentado pelo INPC, perderemos mais de 10%. Num esforço  de gentil esmola, os benefícios serão corrigidos a partir de fevereiro do próximo ano, quando o preço de todas as nossas necessidades forem corrigidas pela inflação passada acrescida de expectativas da inflação futura. Entrementes, o comido pela inflação do ano jamais será reposto, o que significa um adicional imposto de 10% sobre todo recebido durante o ano.

Vivemos uma epidemia em que todo de bom (minha casa, minha vida, bolsa família) é criticado para justificar o todo de ruim que acontece na economia (cartões corporativos, funcionários em excesso, revogação de leis que não permitiam a usura, juros para justificar a inflação que os juros provocam, desvalorização da moeda para vender mais com menos valor, igualzinho ao tempo que se revogava o plano cruzado para não punir o aumento da carne no pasto e permitir que o pobre continue sendo carne de canhão). O resultado é muito relevante, pois faz ver que o que se recebe não é suficiente, porem permite ver onde eles querem cortar. Prender uma pessoa importante apenas é um exemplo para que outras pessoas importantes sejam um pouco mais prudentes no ato de roubar. Que de outra forma podemos explicar os anões, o sacolão, o petrolão e demais atos de caça às bruxas que espreitam por aí para eliminar a safadeza e corrupção que ronda o País desde longa data?  

Sem dúvida, nós temos muita culpa, os economistas também. Os economistas não participam de nada. Os economistas devem fazer o que cabe aos economistas e os economistas estão devendo: pagamento do imposto de uma obrigação ao Conselho pela vontade política do ministro Delfin. Nossos problemas são mais sérios que o problema monetarista ou estruturalista. O problema central está na miserabilidade de um país rico que é atacado pelas fronteiras do mar salgado. Quando Lula vestiu a coroa do poder, o mundo investiu bilhões de dólares com a cotação do dólar pagando dez obreiros brasileiros com o preço de um obreiro americano. A indústria zerou a exportação porque o consumo interno aumentou conforme o desejado. 

Ninguém pode ignorar que o poder aquisitivo aumentou até a reeleição da presidente Dilma. Outra coisa é que uma facção petista mentia para poder rebaixar esse poder. E o fato alarmante é que o conseguiu numa fração de tempo radicalmente curto. Como todo chavão, é verdade que o que vai bem, mal enxerga o que mal vai, cabendo ao primeiro ser sujeito e ao segundo o correspondente objeto, abjeto da historia.

A meu ver, quatro reais por um dólar é muito, e recurro a David Ricardo para dar credibilidade a minha visão. 

Considerando a moeda uma mercadoria como outra qualquer, não cabe entender que a unidade dólar custe muito mais a um brasileiro do que custa o real ao americano, ou ao europeu, ou ao japonês. Não se argumente com a fútil Idea de que um engenheiro, economista ou advogado brasileiro, produz quatro vezes menos que os seus equivalentes americanos. Também não se diga que o médico de aqui cuida de menos pacientes que os de lá. A mesma coisa se diga dos professores. Porem, para o professor José Vieira Dutra Sobrinho, 4 por um não é muito. Do mesmo modo pensa o professor Delfin e,  recentemente, também assim o crê o mais jovem guru da economia brasileira, Luis Artur Nogueira.  Dizem que esse diferencial é para conter o apetite da inflação, sem considerar que a inflação veste botas de sete léguas amparadas pelos juros, a compra de aviões e insumos vendidos a preço de dólar, às comissões ocultas e a outras mil maracutaias do cefalópode.

O otimismo é ferramenta clássica da economia. A partir do momento que pensamos que todo para de piorar, algo pode melhorar. Com confiança, o consumo aumenta e lá, na esquina, há alguém espreitando para aumentar os juros ou para botar a correr o interes especulativo de um baixo astral.

Precisamos boas noticias da economia. Os economistas não conseguem tirar, da manga, coelho alimentado em terreno seco, árido e ausente de conteúdo esperançoso.  Só sobra falar do PIB, CELIC, câmbio e inflação para não bater panelas e esconder o problema antigo de safadeza e corrupção.

martes, 27 de octubre de 2015

CARDOS E ABROLHOS

Querendo conhecer, saber, interpretar e avaliar o que o governo fez, faz ou deve fazer, o eclético discípulo pergunta ao Guru, seu mestre. - Diga-me, senhor, daquilo que o governo faz, o que nós devemos tomar conhecimento?

Pela atonia da enclítica palavra, o verbo descarrega sua ação sobre o nome que o complementa. É questão de pura exegese nos casos que convém e não contenham impurezas no ranço das questões públicas aderentes às causas de interesse próprio. O tribunal de contas, extremamente competente, extrapola agora o seu poder, ao por o alvo no ponto de mira, a respeito do qual, no passado foi laxista, leniente, na aplicação do correspondente analgésico, alivioconsolo, para as dores de cabeça que flutuam no nosso entorno. De repente, se elege supremo da nação para julgar o executivo e punir o passado, pedalando a maquina do castigo.

É parecer do nobre mestre, político da extinta autocracia, que o imposto do cheque venha a nós pela vontade dos nossos políticos, que dificilmente votaram lei que imponha o dever de pagar. A credibilidade é baixa e a frouxidão complica a desarmada política de quem diz o que diz e do jeito que o diz. Não havendo possibilidade para o propósito, as possibilidades são poucas. Aqui está o segredo do interesse por tão radical medida, proposta de lei nas considerações do ministro, tão alagado por guru e discípulo nos lenços previamente jogados ao vento.

A economia está em recessão, não precisamos que o digam, o sentimos com todos os sentidos. A inadimplência ocorre por força de juros extorsivos que a inflação consegue complicar e o desemprego também. 
A união já não faz a força, o petróleo só deixa ricos aos que o produzem na Arábia, terra de Ali Baba. Aqui, todos os quarenta são pobres ou estão na cadeia. O bom senso não prospera. E tu, com cardos e abrolhos nos joelhos, o que pensas ao rezar?

domingo, 25 de octubre de 2015

A FALACIA DO ABSURDO

A falácia do absurdo é não crer no que pensamos ao falar. O absurdo tem muitos aliados, a falácia também os tem e são poderosos pela incongruência dos seus disparatados propósitos; alguns malucos, outros de insensatez paradoxal pela sua abordagem da obscuridade com um palito de fósforo de efêmera duração. Não necessariamente o falaz busca fazer mal por médio do engano ou da mentira, porem na maioria das ocasiões falazamos em proveito próprio, ou para a boa digestão das corporações ou para os polpudos interesses da divindade financeira. Também os há que falazam por puro entretenimento nos derradeiros dias de esta corta vida.

Preço e valor são conceitos diferentes para mostrar que o primeiro nada vale e o segundo oferece resultados para a organização.

Com chumbo bem calibrado, o caça talentos sai a campo em busca da perdiz escondida do mundo corporativo, não sem antes informar ao poderoso empresário que as perdizes que pululam no seu galinheiro devem ser trocadas. È assim que aparece a troca milagrosa de aquele que por muitos anos contribuiu na fé do preço bom por aquele que desperta a fé gananciosa de concentrar melhores resultados.

Contrariamente, o caça talento manifesta que, aquele portador do amplo cabedal de conhecimento adquirido na evolução da empresa, ganha bem se produz bem, equiparando-o ao preço do treinador que ganha todas as partidas e perde valor quando não ganha diante de um adversário igualmente competente. A mim parece semelhar uma situação de conflito entre preço e valor, pois, na vida real, em pro da economia de não se sabe o que, porem bem avaliado por um monte de papeis que perdem valor antes de ser merecidos, preço e valor caminham juntos em direção e sentido do nada.

Nunca os empregados estiveram tão bem qualificados como o estão agora, aqui e no mundo inteiro. O consumo foi priorizado para estabelecer as bases do bem estar social. Eliminamos o trabalho escravo substituindo atividades penosas pela escrava máquina, eficiente e mais eficaz que a melhor perdiz caçada. E que acontece com as perdizes? Todas estão enroladas na crise de emprego com expectativas negativas no âmbito mundial, o que estimula o analfabetismo profissional. Pois é licito pensar na ignorância quando se toma noticia de o que não produz interesses para nada serve.

Há vagas na tecnologia da informação e não há candidatos pelo baixo preço que se oferece a tão alto valor. É uma pena, pois com apropriados chips andaríamos com todos os sentidos bem alimentados, bons para lubrificar o ego de uma vida duradoura e independente da seguridade social.

O dilema diante do pagamento de salários ou pagamento de impostos leva os empresários à loucura. Mesmo com os altos resultados da agroindústria, à incalculável fortuna do pré-sal, à energia barata que cai do céu em forma de água e calor, vamos acreditando que é mais barato produzir na China do que produzir resultados na terra da Santa Cruz de Cabrália.

Todo contribui para tão desastrada falácia. É o argumento destinado a persuasão das consciências solitárias, enojadas pelos desfavores da vida coletiva. Com retumbantes repiques e uma gota de cuspe na mão, somos orientados para a escolha de profissões com perspectivas de futuro, obviando as necessidades presentes com as expectativas da esperança media de vida, da que as provas sagradas mostram que está em profunda decadência (não esqueçamos- Gênesis 21- que Sara gerou Isaac quando tinha noventa anos e Abrão completara os cem. Noé, numa época tão corrupta e insegura como a de hoje, viveu novecentos e cinquenta anos e ainda continua na nossa memória).

Os empresários são sensíveis às  variações de mercado, porem clamam aos céus ajuda quando creem que as leis do livre mercado não os ajuda. Os microempresários são ajudados pelo CEBRAE, que vive a custa dos impostos altos que paga o empresário.

Até a afirmação de que o desemprego é causa de doenças que oneram os gastos da sanidade pública é verdade apenas por suas consequências aviltadas pela ausência de solidariedade social.

A crise pessoal, de quem abandona o campo e perde o emprego, como pode ser resolvida? O que fazer com toda essa enorme massa depois de temperada ao sabor das escolas, graduação universitária e com máster de muitas especialidades?

A crise de água é postergação da crise que haverá de vir, conforme os entendidos explicam.

Como recomendar uma boa gestão financeira a quem falta pão para comer e vive cobrado pelos juros espúrios das entidades financeiras?

Nos todos temos o nosso ponto fraco. Os desempregados e aposentados sofremos a signa adicional da propaganda falaciosa, que afirma que se fossem empregados e aposentados proativos continuaríamos empunhando o timão da empreitada que nos ampara.

Entrevista maravilhosa, essa de Rafael, José Paulo e Salomão (ancoras do Jornal Gente) com Adriana Gomes. As pessoas ouvintes receberão um alento seletivo para aderência a seus talentos na esperança de conseguir trabalho nas corporações, que tanto se esmeram em maximizar lucros por conta de reduzidos preços de mãos e miolos-pau para toda obra.

Um engenheiro estatutário com 86 anos lhes oferece café. Se continuarem os sintomas, o medico deverá ser chamado, pois se a seleção demora quatro meses e a colocação tarda um ano, pouca esperança de vida cabe ao idoso da formula 85-95 para aquisição do direito a aposentadoria integral, que, pela correção anual, foi impedida, por obra e graça de um ex-operário e a sua ilustre sucessora, a se comparar com a evolução do salário mínimo.

Em estes momentos da difícil economia, toque a vida com mais tranquilidade. Se algo falhar, a vida correrá com você.

viernes, 23 de octubre de 2015

EM QUEM DEVEMOS VOTAR

Em quem devemos votar?

É uma pergunta estúpida cuja resposta merece o preço de um milhão de sabugos.

Basta pensar em uma pessoa inteligente e moderadamente honesta e o voto pode ser consumado para ser consumido ao bel prazer dos votados.

Parece-nos mui inteligente os argumentos de quem tergiversa com a moral de quem crê ter sido ungido com a graça de Deus. Não é difícil encontrar, entre o médio que media o entorno, o homo sapiens parido para tal finalidade. Qualquer um se metamorfoseia em dois para, em escalada de potencia dois, formar a típica pirâmide causal das relações que agoniam as camadas inferiores. Em algumas ocasiões, a insurgência das bases provoca o desmoronamento do entulho lateral, porem, o centro permanece seguro e é aqui donde se reúnem as sombras do partido rachado para arquitetar o renascimento de um novo partido, quem, por vicio da sua denominação, jamais terá a grandeza de um inteiro.

José, e agora?

 É agora, José! Agora que a festa acabou, a luz apagou, a água sumiu, a noite esquentou, é agora, José! É hora para os que sem nome zombam do passado, fazem versos, amam e protestam, riem e choram, digam quem merece o voto para governar a ilha da Utopia.



sábado, 1 de agosto de 2015

MILONGAS

Cacao

Por mi tardío raciocinio pienso que mi descompasado pensamiento pueda mostrarse algo atrasado; retardado en el tiempo, dirían algunos, otros algo viejo dirían. En fin, en este valle de lágrimas existen sabores para todos los gustos; dulce, salado, agrio, triste, risueño, todo cocido en papel aluminio para ser expuesto es escenario de tragicomedia.
En el artículo del señor Pousa veo radiografía propria de un buen examen, apta a establecer diagnóstico de la grave enfermedad que acomete a los gallegos, en especial a aquellos que sufren de algún tipo de morbidez asalariada.
Destaco la buena posición en la baja inversión extranjera, pues la alta seria causa de muchos agobios para los paisanos que tendrían que devolver en plazos relativamente cortos el montante de las inversiones con interés y lucro.
El chocolate de Pitufito deberá ser mejorado con adicción de cacao algo más puro en su interpretación del PIB.


Y podríamos serlo, si por aquí nos permitieran trabajar empleando nuestra competencia en hacer lo que hemos hecho en otros países.
El gran problema está en la constatación de que nadie hace milagros en su propia aldea. Necesitamos milagreros de afuera para aquí adentro aproveche recursos capitalizados y diga al lugareño como habrá de hacer para aportar ideas que hagan colosal el milagro.
El milagro contado por ellos parece más rico que la realidad que nosotros vemos. Creo que es una cuestión de fe. Hemos puesto fe en el papel que los milagreros decían que era mejor. Lo fue cuando, esparcidos como plumas al viento, lo recogimos para hacer un sillón y, plácidamente sentados con manos lavadas, vimos como trabajadores sangraban por los puntales de la gloriosa corona.
Parecíamos ricos cuando fumábamos el habano importado, el Audi de lujo con sus muchos caballos para realizar el trabajo de una sola mula. Sí, ricos vanidosos cuando con nariz empinada despreciábamos el emigrante retornado.

jueves, 30 de julio de 2015

ECONOMIA

To Professor Manolo and Arthur Nogueira, aos cuidados da Radio Bandeirantes:

Não consigo entender o raciocínio que leva a considerar que os juros são fator de contenção da inflação. Muito pelo contrario, o aumento de juros tem uma relação direta com a expansão monetária.  Não ha milagre nessa relação conspícua na que o dinheiro é expressão contábil da riqueza de um país.

 Consideremos que essa riqueza é representada por um baú lotado com 100 quilos de papel. Essa expressão de riqueza foi empapada pelo BC e foi ungida pelo dogma da confiança. Pelo método da partida dobrada, a sociedade  deverá registrar todo esse papelão na conta do DEBE ao BC. O BC adquire, como todo bom credor, a razão de dono legítimo de todos os bens da sociedade. Os bens reais da sociedade estão sujeitos a variações em função de muitos fatores, incluindo entre eles os juros. O conteúdo do baú é inelástico, não estica, porque o espaço está saturado com a correspondência ao valor médio real, e não encolhe nem estica por muito que flutue o preço das berinjelas, das batatas, do tomate ou dos ovos. Conhecemos a boa disposição do credor a nunca rebaixar o conteúdo do baú que com tanto esmero guarda ao lado da tabla da lei.

Por uma explicação simplista e conveniente da arquitetura política econômica, os juros embaraçam o consumo de bens e serviços, logo, um aperto na garganta dos consumidores provocará um desequilíbrio entre a oferta e a demanda, fazendo que a economia retorne aos trilhos. Esta é a explicação formal para o aumento dos juros. Ocorre que a GUARDA do baú não está no depósito do consumidor. Ela é guardada a sete chaves no bunker do BC, o qual, por sua vez, está amarrado com grilhões ao BM.

Do lado do débito não há o que fazer, só apertar o cinto e evitar que o atraco entre pela goela. A GUARDA do baú não está no depósito do consumidor. Ele é guardado a sete chaves no bunker do BC, o qual, por sua vez, está amarrado com grilhões ao BM. Os credores, voluntariamente, jamais queimariam quantidade de papel guardado no baú para retornar a condição de equilíbrio.

Na condição de Equilíbrio estável, partindo do mesmo raciocínio, os juros deveriam estar contidos na taxa zero. É adotando essa condição de equilíbrio estável que este humilde colega tece suas modestas considerações.
Pelo poder arbitrário de quem crê que pode sacar vantagem na conta do credor, os juros para os devedores são fixados em 15% da massa albergada no baú (não esqueçamos que a media CELIC dos últimos 20 anos ultrapassa essa media).
Houve uma época em que o professor Delfin ficava contente ao ver como um famoso dirigente sindical determinava a inflação anual pela soma aritmética da inflação mensal. Mesmo assim, no mês de maio lhe aplicava um corretivo aos salários para deixá-los bem aquém da inflação equivocada do futuro presidente.
O BC é muito mais preciso no cálculo do seu crédito. Á taxa anual de 15%  (não esqueçamos que essa taxa é mensal nos cartões de crédito rotativo), em cinco anos o consumidor tem na conta do DÉBITO o baú inicial (principal), mais OUTRO BAÚ (ainda mais pesado) pelo conto dos juros calculados exponencialmente com base nos 15%.

Cálculos são cálculos, e se os juízes determinam que a dívida tenha que ser paga, a decisão tem que ser exercida, com acordo ou sem acordo.
O problema, que ninguém quer considerar, está no fato de que se toda a riqueza do país tem, no seu equivalente papel contábil, todo o conteúdo albergado em um baú, de donde os devedores van sacar papel para encher o segundo baú?

Com minha atrevida insolência me atrevo a adiantar a resposta do querido professor Manolo e a do não menos querido jornalista econômico Artur Nogueira. O BC tem o dom de, em um chispar de dedos e da noite para o dia, imprimir papel  suficiente para encher o segundo baú e mais outros que forem necessários para justificar a duplicação da contrapartida do DÉBITO, isto é, O CRÉDITO.

Os produtores da riqueza do país não são bobos. Logo percebem que todos seus bens (agora, depois de cinco anos) são representados pelo dobro de papel. Com o dobro do papel só podem comprar, em condições de estabilidade real, o mesmo que antes compravam no baú da economia real: necessariamente, o preço determinado em unidades de papel será o DOBRO.  A este fenômeno da economia fiduciária chamamos inflação.

Depois do exposto, chego a conclusão que eu queria rebater: “os juros são ferramenta eficaz no controle da inflação”. Se o BC deseja maior inflação, aumenta os juros; se deseja zerar a inflação, zera os juros. Juros negativos tirariam dinheiro da arca e isso a ninguém interessa. E não falo dos agiotas que eram presos  nos anos pós 64 por cobrar juros de 5% ao ano.

Saudações à equipe da radio dos ouvintes que tem opinião. O Pipoca agradece a atenção e o bom gosto do cafezinho.


jueves, 2 de enero de 2014

CARTA AUTONÓMICA


El referéndum, aprobado por el parlamento catalán por 65 %, se presentará dividido en dos partes “Do you want Catalonia to become a State?” And if so, “Do you want the state to be independent?”. El referéndum deberá ocurrir en 9 de noviembre de 1914.

En una traducción libre, al antojo del libre pensamiento de la comunidad celta de Pindoschan, podemos, si queremos, entender la más carta autonómica por esta otra y tan mínimamente sencilla formula:

"Usted  quiere mas dimitido?"

 Si responde sí, “Lo mandamos al Tibet o a Siberia?”

I am confidente that I can rely on you to encourage the paceful, democratic, transparent, and European process to which I can a vast majority on the Catalan people are fully commited.

Como español, con los mismos derechos de los españoles que habitan en Cataluña, exijo se  considere esta libre traducción. 

Por “exijo” entiendo “por favor, por el amor que todos españoles tenemos a España DÉJENNOS en paz para no PENSAR MAS en tonterias.”


domingo, 17 de noviembre de 2013

200 AÑOS DESPUES

Nuestra historia es linda. Formamos parte de un imperio que quiere establecerse en algún lugar del mundo, por ejemplo, Bruselas, Paris, Viena o, ¿quien lo sabe?, Londres. Que buenos tiempos fueron aquellos  en los que nuestros antepasados de alta mira podían pasar las horas maravillosamente acomodados y aclimatados a paleolíticos del comando magdaleniano. Matados a palo fuera del agujero que la providencia les había ofrecido como hogar, les restaba la maravillosa ocupación de dedicar el tiempo a esculpir formatos en la piedra bruta de una abrupta cueva. Con puertas infranqueables, el espíritu indócil de esta gente  fue resguardado por algunos millares de años, dando gracia humana al Paleolítico Superior. El rescate ocurrió debido a la curiosidad natural de un perro que seguía el rabo de un rabbit, o conejo español, eses simpáticos saltamontes de orejas grandes  y libido libre, encontrados en diversas partes de la esfera seca. Dicen que hay registros de que Confucio nos vio saltar entre las murallas chinas allá por los años de 2600 a.C.  En Arabia, Siria y Palestina éramos conocidos como “sphan” y por tal razón los fenicios llamaron Spain, Hispain o España a nuestro entorno geográfico,  que de aquella era más grande y ocupaba toda la península ibérica. Lo de iberia se lo debemos a los griegos que aquí venían para bañarse en el rio Ebro, cazar el toro bravo y exponer su piel por toda la península.

Es de  cajón saber que en España hay muchos ríos, y si hay ríos es porque llueve mucho. Una de las particularidades de la lluvia es limpiar el aire de cosas sucias y la tierra del polvo que la contamina. Pero, con tanta limpieza machacando la conciencia, la memoria también se apaga. Y con la memoria obscurecida por tormentas del pasado, fue relativamente fácil a los cartagineses venir con sus elefantes y, también relativamente fácil, a las legiones romanas recorrer toda nuestra geografía y limpiarla de tan abundante caca producida por los gigantes africanos. Nos llevaron la caca de los conejos, pero preservamos el estrume de la raza caprina, de la cual el cabrón, o macho cabrío, vino del desierto africano en un franco movimiento para dar cuenta de lo que restaba del íbero-celta.

Y así, por engodo de godos, visigodos, suevos, alanos y los actuales vándalos, después de expulsar el moro amigo, llegamos al emperador del imperio hispano, José el único en la historia de España.

José vino para ser bebido como Pepe Botella en España, al mismo tiempo que Fernando vivía en Francia. José se haría dueño de Iberia y de buena parte del vice reino de América durante 1808 y 1813. En 2008 España sentía los efectos de la prime americana y el inicio del desmonte del bienestar de los indígenas iberos, extrañamente precedido por un fuerte malestar de los inmigrantes y emigrantes retornados. A Godoy no le iban bien los franceses. A Rajoy no le va muy bien Europa. La comisión del norte ya nos ha tirado el sagrado cajón que guardaba la moneda española. Ahora nos muestran el Arca de la Alianza Europea, pero quien guarda las llaves del arca sagrado no vive en la península de los conejos. Cuando los guardianes necesiten maná para comer, vendrán a por los rabos y orejas y pedirán al rabbit que les ponga huevos, cosa fácil durante la pascua, pero imposible en tiempos de la austera soberbia.

Decididamente, si nos fue tan mal entre 1808 y 1813, peor va siendo el 200 años después. Cambiamos una docena por seis unidades. Les dimos un kilo, nos devuelven un pound. Llamemos los cien mil hijos de San Luis para resolver tan difícil problema en el esquema de la gran salvación.


jueves, 23 de mayo de 2013

MI MUNDO SE DESCOMPONE


Mi motivación en pro de este video son las centenas de veces que yo me vi obligado a respirar el humo de carburos metálicos, subiendo la cuesta de Brens que le hacía frontera. Algunos dirán que no debía ser muy malo, por el hecho de que yo consigo acordarme después de más de medio siglo de haber sufrido aquel horror.

Yo tengo el privilegio de haber nadado en las aguas limpias de la maravillosa playa de Brens, de haber compartido el sol con mis padres en sus arenas cristalinas y, infelizmente, de haber reparado en el primer flujo del primer lodo viscoso, inicialmente surgiendo de la arena como si un manantial fuese y, después, como un riego continuo que aumentaba su caudal con el pasar del tiempo. Los nietos de mis padres jamás pudieron compartir la belleza ecológica ofrecida por la ría de Cee en todo su contorno natural. Pena para nuestra conciencia.

Mi mundo se descompone, y lo descompuesto difícilmente se compone. Aunque mis ojos ya vayan perdiendo su natural sentido del poco que les sobra, me hacen sentir el buen sentido y la buena cordura de los promotores de la defensa de nuestro patrio suelo. El oro, mismo siendo un metal precioso, no paga la pena para que nuestros nietos, con sus ojos en perfectamente funcionamiento, sientan la amargura de no poder ver la belleza que Dios ha reservado a los hijos de Galicia.

miércoles, 20 de febrero de 2013

Melancolía


Escuchando esta serie de blues, alguien se verá inclinado a diagnosticarme un cierto estado de opresión, abatimiento  de ánimo delante de la imposibilidad de ver el brillo del sonido, ahora impulsado por el soplo bien trenado del mago musical y las cuerdas vibradoras palpitando al ritmo que le ofrece el sentido del tacto.

El superego revela su parte moral evocando mis valores sociales. Es como lo explica la teoría psicoanalítica: uno se divide entre el yo ideal, que busca el bien que es posible encontrar; el otro yo viene representado por la conciencia moral, la cual determina la naturaleza del mal a ser evitada.

Mi superego se esfuerza para inhibir cualquier sentimiento de culpa por el estado rebelde de los ojos. Recomienda al ego a comportarse de un modo disciplinado, con el conocimiento moral inyectado, desde la niñez, por los padres, familia y el medio en que uno fue creciendo. De esta forma, amparado por la desgracia de un cuerpo que decae y se corroe, uno imagina que va caminando sobre gestos, palabras y pensamientos, siempre  en la línea de la vida, que siempre conduce al mar, que es el morir del mi amigo Jorge.

Los blues me sitúan en un estado de ánimo en el que me siento calmo, muy a gusto, viendo desde la comodidad del diván como vienen y van las ondas musicales, como se forma la espuma al correr la vida sobre los acantilados, como nace el sol atrás del Pindo y se acuesta sobre un horizonte de agua salada después de haber iluminado nuestro finisterre. A medio camino de un camino bastante largo, la calma se transforma en cansancio; sin energía ni tensión el cuerpo pide descanso; al mismo tiempo, por el oído penetra el sonido agudo de una trompeta y el menos agudo de un clarinete, ambos embozados por el grave son de un violón y el repique de un tambor, toda esta maravilla sigue endulzada con el ritmo de un piano. Es hora de dormir. No veo quien para mi toca los blues que deslizan por los altavoces y encantan mis oídos, uno de los sentidos que todavía no se ha declarado en quiebra, a pesar de tanta melancolía advenida de los blues de Miles Davis.

lunes, 18 de febrero de 2013

Momento para reflexión


Cuando la vista no falla, el músculo no me tiembla; pero si el ojo treme, mi vida parpadea en una burda mezcla de claro-obscuro, sin otro dominio que no sea el blanco fugaz en la negritud eterna.
 El plan galeno para dar substituto humano al cristalino divino ha fallado. La brisa translúcida de la catarata que se abatiera sobre el ojo izquierdo fue substituida por asas de cucaracha, gigantes baratas. Una falla de la creación humana, sin duda.

Era necesario corregir tan claro descalabro para retornar a la era de las luces. Y el plan “ b” lo arrancaba de la manga el científico especializado en ojos mundanos. Con chorro licuoso fue arrancado del globo ocular las asas grandes, después, las pequeñas; en fracción de segundos desaparecía de mi vista aquellos macabros objetos. La ingeniería humana se equiparaba a la divina haciendo del barro todo que la física permitía. Pero, ¡ojo al gato!, que lo que dios nos da el burro no lo tira. Sin membranas para protegerme del sol, la luz del día me ciega el ojo izquierdo, y tan poderoso es su impiedoso desvarío que, si a tiempo no bajo la visera, el ojo derecho sumerge en la más negra sombra que jamás pensé que tanto me asombraría.

En algunas ocasiones me siento técnicamente ciego. Esto es horrible porque la vista es el más preciado don con que la naturaleza ha revestido nuestros sentidos. Al olfato poco sentido le queda en esta enorme selva de piedra, en lo que todo huele a mierda salpicada con perfumes oleosos de petróleo, exhalados por el culo de los coches, camiones, barcos y aviones. El tacto es exigente de manos puras, piel sin rugas y contacto directo, algo difícil cuando el tiempo nos cubre con un manto de pliegas, muchas verrugas, manchas obscuras y delicadeza sedosa poco sensible  a los malos humores del destino. Ah, el oído, entrada abierta para todo que es ruido, tiene valor entrañable en la esencia de esta vida. El oído nos da equilibrio y regula nuestras emociones; minimiza la ansiedad generada por el motín de los ojos y, en ciertos momentos de reflexión, aplaca la ira para restaurar el placer de seguir viviendo.

Es lo que ocurre ahora en lo que va ya más de una hora. El cielo azul se desencanta para iluminar mis ojos con rayos e inundan mis oídos con truenos. Es un temporal bien comportado, actúa con la disciplina de un furioso guerrero: dispara con hora marcada; los barios bajos se inundan, sus moradores salen a la ventana y sus voces de socorro se mezclan con el sonido de la lluvia y el bramido del trueno, bien guiado por el brillo del rayo que relampaguea en el cielo.

En el fondo de mis ojos están los dulces recuerdos de una vida plena. No quiero llorar, mi llanto no irá explicar el dolor que existe en el mundo. Como canta el poeta brasileño, Chico Buarque de Holanda, es hora de aprovechar: una rosa nació, todo el mundo bailó, una estrella cayo y yo les muestro, sonriendo en mi virtual ventana, el virtuoso vídeo del poeta Chico. Disfruten del placer de un buen oído

sábado, 5 de enero de 2013

FELIZ CUMPLEAÑOS


Un animal invertebrado es un animal del que no se puede extraer leche. La política ropturistica, de cuyos resultados hoy  padecemos, surgió con el semen esparramado por la xeografia peninsular - y otras, económica y políticamente dependientes pero vertebradas en una aparente unidad social- en los idos lejanos del 78 pasado.

Energía e ilusión no se vende, o se tiene o se carece de ella. Eso es fácil de ser observado cuando uno percibe que ambas virtudes ceden resignación al paso de la edad. Mucho más difícil es entender que los jóvenes, en plena fertilidad intelectual y corporal, vayan cediendo el espacio de esas dos virtudes para cederlas al imperio de un estado general de suprema frustración. En el terreno de la frustración la resignación no entra, es el reino obscuro de la apatía y del desespero endémico.

En la España de hoy conflictan tres naciones: la de los parados, la de los explorados y la de los exploradores. Todos sin excepción pagan impuestos a la comunidad local, a la comunidad provincial, a la comunidad comunitaria, a la comunidad del reino unido, a la comunidad del estado integral, a la comunidad de la unión europea, a la comunidad internacional de las naciones unidas, a la comunidad del fondo monetario y a un sinfín de comunidades paralelas (ONG’s y etc.) Para dar suporte a tanto asunto imponible, muchos sin causa real pero con causa presumida por la ley que con sus artificios  todo lo puede, la generación nueva ayer pero vieja hoy ha aborricado sus miolos con frutos de cultura que hoy se muestra inútil, desacompasada y carente de la mínima competencia delante de la máquina avasalladora, muy capaz esta de entender que su único dios es el dinero y se mantiene en la ilusión de ser el único heredero de lo que la humanidad ha producido en pro de la des humanidad avasalladora.

Podemos sentirnos orgullosos de haber cumplido nuestro deber siempre que el deber sea entendido como la virtud que mi padre predicaba. Pero no podemos estar satisfechos delante de ese deber impúdico que nos indigna, humilla y mata, arrancándonos todos los frutos que por el deber cumplido hemos obtenido. No Hay peor terrorismo que el sentimiento de verse amenazado por el desahucio en un horizonte sin posibilidad de primavera. Mil muertos por acción del terror es una calamidad imperdonable. Cinco millones de familias aterrorizadas por absoluta falta de oportunidad es una pena hedionda de la que jamás habrá posibilidad de compensarla.

La pasión es nuestra principal virtud y nuestro principal defecto. Uniendo los extremos de la pasión cerramos el circulo de lo que entendemos por unidad española y, cerrando el circuito de dos corrientes en un punto común, un clarón celestial se produce y se extiende sin que nadie lo entienda, hasta que surja un corta circuito que de origen a una nueva génesis.

¡Alfredooo! ¡Feliz cumpleaaaños!

Perdón, mi señor, su cumpleaños siempre fue feliz y mi deseo sincero de que continúen muy felices por el resto de mi vida en nada va alterar su majestosa humildad de reconocer el estado de gran indignidad que acomete a tantos millones de mis paisanos. Dependiendo de mi voluntad, mi cuerpo está disponible para trabajar en todo que a esa gente (incluyendo yo mismo) convenga.

¡Viva el Rey!!Salve España!

lunes, 24 de diciembre de 2012

FELIZ NAVIDAD


É NADAL

Es dia para decir todo loi que queramos decir. Es dia para recordar preferentes de ocurrencias pasadas en el año que se acaba. Y por ahí nos invade el hechizo de la miserabilidad advenida de la esperanza que habíamos en los frutos de las preferentes y , ahora maduras, se atascan en la garganta como espinas agudas, prontas para dilacerar los ductos por los cuales algunas consigan resbalar. Pero esas espinas del mundo financiero no son los peores huesos que debemos roer en el nuevo año, que empezará cuando la pelota que todos queremos chutar complete la enésima vuelta alrededor del astro Sol.

Estamos en el quinto año de lo que ya podríamos llamar gobierno de la crisis más sospechosa de la historia de nuestra galaxia. Crisis advenida en el apogeo de la capacidad productiva, con inversiones a destajo en automóviles a diestro y siniestro, en comilonas con aire de majestosa nobleza, abochornada con vinos de calidad y humos del puro humedal habano. A nuestro parecer poca cosa nos hacía pensar que éramos frágiles delante de una invasiva austeridad, austeridad que fue penetrando como virosis ensandecida por todos los poros de la piel y va instalándose con fuerza de ocupa en todos los órganos, amenazando en menos de un año poner en jeque los órganos vitales.

Nos piden esfuerzo, ilusión y esperanza. Sabemos que la esperanza es la última a caer. Ella se derrumba cuando la ilusión fallece y en su lugar surge el demonio de la frustración. Con la mirada absorta en el futuro y los oídos deseosos de escuchar buena música, el viento ondula palabras insuflando el sentimiento de que es necesario hacer esfuerzo colectivo para juntos salir adelante y, aunque por inacción no consigamos dar más un paso, moriremos diciendo que intentamos mejorar la situación sin haber mejorado absolutamente nada.

La vida moderna es colectiva, socialista por exigencia de la sociedad en que la vida humana y también la animal se integran. La vida puede ser socializada por comunión de un grupo de personas, los gallegos en su ambiente geográfico o españoles en la circunscripción ibérica. Podríamos incluso ampliar los beneficios del socialismo aumentando la abrangencia del espacio de la Unión. Por el esfuerzo colectivo, podríamos construir, por ejemplo, la Unión Europea, la Unión Mediterránea, la Unión de los países del Atlántico e incluso, si a alguien le pareciera original, podríamos inventar la Unión de las Naciones Unidas. Todo sería bueno  si la capital de tan colosal imperio se ubicara en el junqueral de mi querida tierra.

Pero la vida jamás se capitaliza, ni siquiera por la criogénesis. Adviniendo la navidad, la vida sigue su rumbo sin cualquier posibilidad de ahorrar un año para consumirlo en los años que le siguen. La vida no es capitalista. La vida es socialista y tiene su fundamento en la unión social de dos personas, de género opuesto, verdad, pero que se complementan. El capitalismo está ahí imponiendo criterios para romper esta singular verdad. Ha roto la unión de dos personas dictándoles el ejercicio  de trabajos bajo la ilusión de que ganarán vida. Después destrozan aquella ilusión mostrándoles  que separados no son nadie y lo único que algo significa es el alma de un monte de papeles que, evidentemente fuera de la ilusión, absolutamente nada valen.

Con castañas calientes en el rigor del invierno la ilusión se enerva y la esperanza se renueva,  por lo menos en cuanto dure la digestión de tan sabroso fruto, ofrecido por la naturaleza y recogidos por mí en días de frio invierno de los años de Aznar, en el bosque del colegio Fernando Blanco y asados por el calor de mi esposa en un modesto piso de la pena.

Pero ni siempre las cosas son como parecen. Pedir a un joven desempleado que tenga ilusión y esperanza en el futuro puede parecer bueno, pero si ese pedido no se concretiza en un intervalo corto de vida (inferior a una estación) es de esperarse que el desespero vendrá y el pedido de nuestro querido patrón de la xunta tendrá el mismo efecto que tendría si pidiese a un jugador de billar que acertase casapa fustigando la bola con una cuerda.