Dime como son tus piernas y yo te diré como
cojeas. Pese a mi poca fe, creo que este no es el refrán aplicable al asunto de
la contienda televisada y bien informada por la una a los unos y otros, pero
también es de mi fe que puede aplicase. Quevedo decía “cada oveja con su
pareja” y “de la mano a la boca se pierde la sopa”.Por la misma recta, Cervantes expulsaba de su
pluma letras para ponerlas en boca de Sancho:- “Este mi amo por mil señales he visto que es un loco de atar y aun
también yo no le quedo en zaga, pues soy más mentecato que él, pué le sigo y le
sirvo” – y concluye – “Dime con quién andas, decirte he quién eres”. En Don
Papis de Bobadilla se hablaba que quien con un cojo va, al cabo de un año
también cojea. Todavíamás nexo ofrece
el padre Lord al afirmar que la indecencia es objeto de la ira divina:“estos hijos de Dios, trapaceros, desleales,
ladrones y traicioneros, que usurpan placeres y huyen de sus responsabilidades,
que desean gozar la vida tirándola de otros, Dios los castiga con vergüenzas,
lágrimas pungentes, vidas estragadas”
Pasando el después de mañana para oír el
canto del gallo.
No pasó el día, no acabó la remaría, pero
¿quosque tandem todo quisque abutere nuestra paciencia? Miramos hacia atrás y la vemos muy lejos; miramos
el futuro y la sentimos en el infinito. ¿También vosotros, brutos, con orgullo habéis
entrado en discusión y discutiendo olvidasteis el consejo del pueblo de que la
honestidad genera grandeza y que decencia es cualidad de aquél o aquello que es decente? Decencia es
la rectitud de un docente que acepta y se resigna con lo que es socialmente
pedagógico, visto como digno, integro y respetable por su forma de actuar. Tiene
en su antónimo el descaramiento, la desvergüenza, la insolencia
indecorosa. La honestidad no se alardea,
se demuestra con acciones y no con palabras que a la vuelta de la esquina
desmienten las acciones. Es imposible entender que Alibabá desconociera los
primeros ladrones, a aquellos que también eran los primeros en llegar a la
cueva y saquear los cajones. Quien así procede llamarse ha miserable, canalla,
ruin y mezquino.
“Quando um economista fala de economia, geralmente
está ligado aos bancos”. Considero preocupante a expressão econômica do
economista e professor Dutra Sobrinho, gravada pelo Jornal Gente na edição de
31/10/2015. Haverá que digerir a
confissão com extremo cuidado para não cair na tentação de bardos ataques, ou por
defesa ou por retaliação do dito em ambiente de entrevista ao jornal.
Evidentemente, todos nesta santa terra somos
conduzidos pela ansiedade que provoca a pressão. O homem público carece de essas pressões
ainda mais que o individuo passivo. Independente nem sequer o foi Robinson
Crusoé na sua bela ilha da fantasia, o qual recorreu ao auxilio do registro
gráfico para conhecer o saldo diário na sua relação com o sol. Também não foi
independente Moisés a quem o Senhor determinou que Arão fosse seu embaixador.
Alí Babá teve sua astucia dependente dos quarenta ladrões, os quais
entesouraram uma enorme fortuna na cova Sésamo.
Os economistas não podem ser diferentes. Os
economistas devem agir com cada vez mais força. Devem empunhar a arma da
contabilidade aritmética para descobrir os rombos entre a receita e a despesa e
atribuir responsabilidade ao verdadeiro responsável, quem, pelo principio da
unidade de comando, todos sabemos que é.
Esse Uno indivisível é o único Deus da liturgia
econômica capaz de ditar a obrigação de pagar e o direito de recolher. Não
obstante, na ordem dos Gastos a competência está mui acirrada e se observa a
existência de três anjos competindo com a ordem divina no mesmo nível de entronação.
Todos ditam despesas. No decorrer dos anos se
observa que os gastos do Estado crescem mais que os gastos em um estado de
guerra. Parece um crescimento sem fim com idêntico resultado daquela
beligerante situação. Todos nós quedamos aflitos pela angustia do estado que
não consegue superar o mal animo. Seria este um problema de conscientização da
massa no processo de fermentação? Talvez o seja da bondade política de quem não
tem vontade na arte de ensinar a pescar o pão-nosso-de-cada-dia, considerado o
entesouramento havido na cova de Sésamo.
É fácil cortar despesas no lado fraco. Não é menos
fácil perceber que ao romper este elo a corrente se desfaz, e a riqueza, por
ausência de fluxo no ciclo continuo, estanca na promessa do bem estar falido.
Quando o país vai mal, a receita dos salvadores
gurus consiste em deixá-lo pior,
apertando a corda que o asfixia. O CPMF agrada os que irão comelo. A suspensão
das cestas básicas no hospital das clinicas desagrada aos que dela faziam uso.
Os salários altos do setor público ultrapassado a legalidade são reconhecidos
como estáveis.
Aposentadorias do trabalhador são vilmente usurpadas pela
técnica da inflação declarada abaixo da inflação real, pela correção que jamais
corrige o usurpado durante o ano, pela paridade da moeda para justificar o
aumento de insumos agrícolas, dos remédios e de todo que minora a desgraça de
ser velho. Por acumulo, os juros, que pela constituição de 1988 (art. 192,
parágrafo 3º.) deviam ser de 12 por cento ao ano, foram liberados por ato de
uma mão sem um dedo, sem que ninguém percebesse a sua revogação, mesmo
considerando crime de usura taxas superiores a este limite, já considerados
comissões e quaisquer outras remunerações. Em outro salto de gato, os prestamos
com a garantia da consignação foram elevados desde a altura de vertigem dos 28,92
ao ano (2,14 % ao mês) para outro mais inebriante de 31,39 % ao ano (2,34% ao
mês). No caso de cartão o salto é mais gravoso e sem a menor expectativa de
sair ileso do pulo.
Creio que não é economicamente inteligente para a
nação falar de juros efetivos ao mês. O ciclo normal é de um ano. Todos os
economistas sabem isso. Evidentemente há ciclos maiores, por exemplo, de cinco,
dez ou trinta anos. A nenhuma agencia financeira se lhe ocorreria ofertar os juros capitalizados
nesse período, que são 4.133,79%, considerada a taxa mensal de 2,34%. Para uma
desvalorização real em toda a sua existência frente ao dólar de +/- 400%, o sistema
financeiro arrancou da nação +/- 4000% a uma taxa teórica legal, que na
pratica, considerando um monte de picuinhas acrescentadas aos juros, é muito
superior.
O orçamento doméstico nos aconselha a não gastar
mais do que se ganha. Mera ilusão do economista que não sabe dizer como se pode
viver com o salário mínimo, que é a triste contingência dos infelizes afiliados
ao INSS pela fórmula que repõe migalhas do que arrancou a inflação. È neste
tema que as diversas ordens profissionais deviam vir a publico para denunciar o
assalto ao bolso dos contribuintes por parte do INSS. Este ano, documentado
pelo INPC, perderemos mais de 10%. Num esforço
de gentil esmola, os benefícios serão corrigidos a partir de fevereiro
do próximo ano, quando o preço de todas as nossas necessidades forem corrigidas
pela inflação passada acrescida de expectativas da inflação futura. Entrementes, o comido
pela inflação do ano jamais será reposto, o que significa um adicional imposto
de 10% sobre todo recebido durante o ano.
Vivemos uma epidemia em que todo de bom (minha
casa, minha vida, bolsa família) é criticado para justificar o todo de ruim que
acontece na economia (cartões corporativos, funcionários em excesso, revogação
de leis que não permitiam a usura, juros para justificar a inflação que os
juros provocam, desvalorização da moeda para vender mais com menos valor, igualzinho
ao tempo que se revogava o plano cruzado para não punir o aumento da carne no
pasto e permitir que o pobre continue sendo carne de canhão). O resultado é
muito relevante, pois faz ver que o que se recebe não é suficiente, porem permite
ver onde eles querem cortar. Prender uma pessoa importante apenas é um exemplo
para que outras pessoas importantes sejam um pouco mais prudentes no ato de
roubar. Que de outra forma podemos explicar os anões, o sacolão, o petrolão e
demais atos de caça às bruxas que espreitam por aí para eliminar a safadeza e
corrupção que ronda o País desde longa data?
Sem dúvida, nós temos muita culpa, os economistas
também. Os economistas não participam de nada. Os economistas devem fazer o que
cabe aos economistas e os economistas estão devendo: pagamento do imposto de
uma obrigação ao Conselho pela vontade política do ministro Delfin. Nossos
problemas são mais sérios que o problema monetarista ou estruturalista. O
problema central está na miserabilidade de um país rico que é atacado pelas
fronteiras do mar salgado. Quando Lula vestiu a coroa do poder, o mundo investiu
bilhões de dólares com a cotação do dólar pagando dez obreiros brasileiros com
o preço de um obreiro americano. A indústria zerou a exportação porque o
consumo interno aumentou conforme o desejado.
Ninguém pode ignorar que o poder
aquisitivo aumentou até a reeleição da presidente Dilma. Outra coisa é que uma facção
petista mentia para poder rebaixar esse poder. E o fato alarmante é que o conseguiu
numa fração de tempo radicalmente curto. Como todo chavão, é verdade que o que
vai bem, mal enxerga o que mal vai, cabendo ao primeiro ser sujeito e ao
segundo o correspondente objeto, abjeto da historia.
A meu ver, quatro reais por um dólar é muito, e
recurro a David Ricardo para dar credibilidade a minha visão.
Considerando a
moeda uma mercadoria como outra qualquer, não cabe entender que a unidade dólar
custe muito mais a um brasileiro do que custa o real ao americano, ou ao europeu,
ou ao japonês. Não se argumente com a fútil Idea de que um engenheiro,
economista ou advogado brasileiro, produz quatro vezes menos que os seus equivalentes americanos. Também não se diga que o médico de aqui cuida de menos
pacientes que os de lá. A mesma coisa se diga dos professores. Porem, para o
professor José Vieira Dutra Sobrinho, 4 por um não é muito. Do mesmo modo pensa
o professor Delfin e, recentemente,
também assim o crê o mais jovem guru da economia brasileira, Luis Artur Nogueira.
Dizem que esse diferencial é para conter
o apetite da inflação, sem considerar que a inflação veste botas de sete léguas amparadas
pelos juros, a compra de aviões e insumos vendidos a preço de dólar, às comissões ocultas
e a outras mil maracutaias do cefalópode.
O otimismo é ferramenta clássica da economia. A
partir do momento que pensamos que todo para de piorar, algo pode melhorar. Com
confiança, o consumo aumenta e lá, na esquina, há alguém espreitando para
aumentar os juros ou para botar a correr o interes especulativo de um baixo
astral.
Precisamos boas noticias da economia. Os
economistas não conseguem tirar, da manga, coelho alimentado em terreno seco,
árido e ausente de conteúdo esperançoso. Só sobra falar do PIB, CELIC, câmbio e inflação
para não bater panelas e esconder o problema antigo de safadeza e corrupção.
Querendo conhecer, saber, interpretar e avaliar o
que o governo fez, faz ou deve fazer, o eclético discípulo pergunta ao Guru,
seu mestre. - Diga-me, senhor, daquilo que o governo faz, o que nós devemos tomar
conhecimento?
Pela atonia da enclítica palavra, o verbo
descarrega sua ação sobre o nome que o complementa. É questão de pura exegese nos
casos que convém e não contenham impurezas no ranço das questões públicas aderentes
às causas de interesse próprio. O tribunal de contas, extremamente competente,
extrapola agora o seu poder, ao por o alvo no ponto de mira, a respeito do qual,
no passado foi laxista, leniente, na aplicação do correspondente analgésico, alivioconsolo,
para as dores de cabeça que flutuam no nosso entorno. De repente, se elege
supremo da nação para julgar o executivo e punir o passado, pedalando a maquina
do castigo.
É parecer do nobre mestre, político da extinta
autocracia, que o imposto do cheque venha a nós pela vontade dos nossos
políticos, que dificilmente votaram lei que imponha o dever de pagar. A
credibilidade é baixa e a frouxidão complica a desarmada política de quem diz o
que diz e do jeito que o diz. Não havendo possibilidade para o propósito, as
possibilidades são poucas. Aqui está o segredo do interesse por tão radical
medida, proposta de lei nas considerações do ministro, tão alagado por guru e
discípulo nos lenços previamente jogados ao vento.
A economia está em recessão, não precisamos que o
digam, o sentimos com todos os sentidos. A inadimplência ocorre por força de
juros extorsivos que a inflação consegue complicar e o desemprego também.
A união já não faz a
força, o petróleo só deixa ricos aos que o produzem na Arábia, terra de Ali
Baba. Aqui, todos os quarenta são pobres ou estão na cadeia. O bom senso não
prospera. E tu, com cardos e abrolhos nos joelhos, o que pensas ao rezar?
A falácia do absurdo é não crer no que pensamos ao
falar. O absurdo tem muitos aliados, a falácia também os tem e são poderosos
pela incongruência dos seus disparatados propósitos; alguns malucos, outros de
insensatez paradoxal pela sua abordagem da obscuridade com um palito de fósforo
de efêmera duração. Não necessariamente o falaz busca fazer mal por médio do
engano ou da mentira, porem na maioria das ocasiões falazamos em proveito
próprio, ou para a boa digestão das corporações ou para os polpudos interesses
da divindade financeira. Também os há que falazam por puro entretenimento nos
derradeiros dias de esta corta vida.
Preço e valor são conceitos diferentes para mostrar
que o primeiro nada vale e o segundo oferece resultados para a organização.
Com chumbo bem calibrado, o caça talentos sai a
campo em busca da perdiz escondida do mundo corporativo, não sem antes informar
ao poderoso empresário que as perdizes que pululam no seu galinheiro devem ser
trocadas. È assim que aparece a troca milagrosa de aquele que por muitos anos
contribuiu na fé do preço bom por aquele que desperta a fé gananciosa de
concentrar melhores resultados.
Contrariamente, o caça talento manifesta que,
aquele portador do amplo cabedal de conhecimento adquirido na evolução da
empresa, ganha bem se produz bem, equiparando-o ao preço do treinador que ganha
todas as partidas e perde valor quando não ganha diante de um adversário
igualmente competente. A mim parece semelhar uma situação de conflito entre
preço e valor, pois, na vida real, em pro da economia de não se sabe o que,
porem bem avaliado por um monte de papeis que perdem valor antes de ser
merecidos, preço e valor caminham juntos em direção e sentido do nada.
Nunca os empregados estiveram tão bem qualificados
como o estão agora, aqui e no mundo inteiro. O consumo foi priorizado para
estabelecer as bases do bem estar social. Eliminamos o trabalho escravo
substituindo atividades penosas pela escrava máquina, eficiente e mais eficaz
que a melhor perdiz caçada. E que acontece com as perdizes? Todas estão
enroladas na crise de emprego com expectativas negativas no âmbito mundial, o
que estimula o analfabetismo profissional. Pois é licito pensar na ignorância
quando se toma noticia de o que não produz interesses para nada serve.
Há vagas na tecnologia da informação e não há
candidatos pelo baixo preço que se oferece a tão alto valor. É uma pena, pois
com apropriados chips andaríamos com todos os sentidos bem alimentados, bons
para lubrificar o ego de uma vida duradoura e independente da seguridade social.
O dilema diante do pagamento de salários ou
pagamento de impostos leva os empresários à loucura. Mesmo com os altos
resultados da agroindústria, à incalculável fortuna do pré-sal, à energia
barata que cai do céu em forma de água e calor, vamos acreditando que é mais
barato produzir na China do que produzir resultados na terra da Santa Cruz de
Cabrália.
Todo contribui para tão desastrada falácia. É o
argumento destinado a persuasão das consciências solitárias, enojadas pelos
desfavores da vida coletiva. Com retumbantes repiques e uma gota de cuspe na
mão, somos orientados para a escolha de profissões com perspectivas de futuro,
obviando as necessidades presentes com as expectativas da esperança media de
vida, da que as provas sagradas mostram que está em profunda decadência (não
esqueçamos- Gênesis 21- que Sara gerou Isaac quando tinha noventa anos e Abrão
completara os cem. Noé, numa época tão corrupta e insegura como a de hoje,
viveu novecentos e cinquenta anos e ainda continua na nossa memória).
Os empresários são sensíveis às variações de mercado, porem clamam aos céus
ajuda quando creem que as leis do livre mercado não os ajuda. Os
microempresários são ajudados pelo CEBRAE, que vive a custa dos impostos altos
que paga o empresário.
Até a afirmação de que o desemprego é causa de
doenças que oneram os gastos da sanidade pública é verdade apenas por suas
consequências aviltadas pela ausência de solidariedade social.
A crise pessoal, de quem abandona o campo e perde o
emprego, como pode ser resolvida? O que fazer com toda essa enorme massa depois
de temperada ao sabor das escolas, graduação universitária e com máster de muitas especialidades?
A crise de água é postergação da crise que haverá
de vir, conforme os entendidos explicam.
Como recomendar uma boa gestão financeira a quem
falta pão para comer e vive cobrado pelos juros espúrios das entidades
financeiras?
Nos todos temos o nosso ponto fraco. Os
desempregados e aposentados sofremos a signa adicional da propaganda falaciosa,
que afirma que se fossem empregados e aposentados proativos continuaríamos
empunhando o timão da empreitada que nos ampara.
Entrevista maravilhosa, essa de Rafael, José Paulo
e Salomão (ancoras do Jornal Gente) com Adriana Gomes. As pessoas ouvintes
receberão um alento seletivo para aderência a seus talentos na esperança de
conseguir trabalho nas corporações, que tanto se esmeram em maximizar lucros
por conta de reduzidos preços de mãos e miolos-pau para toda obra.
Um engenheiro estatutário com 86 anos lhes oferece
café. Se continuarem os sintomas, o medico deverá ser chamado, pois se a
seleção demora quatro meses e a colocação tarda um ano, pouca esperança de vida
cabe ao idoso da formula 85-95 para aquisição do direito a aposentadoria
integral, que, pela correção anual, foi impedida, por obra e graça de um ex-operário
e a sua ilustre sucessora, a se comparar com a evolução do salário mínimo.
Em estes momentos da difícil economia, toque a vida
com mais tranquilidade. Se algo falhar, a vida correrá com você.
É uma pergunta estúpida cuja resposta merece o
preço de um milhão de sabugos.
Basta pensar em uma pessoa inteligente e moderadamente
honesta e o voto pode ser consumado para ser consumido ao bel prazer dos
votados.
Parece-nos mui inteligente os argumentos de quem
tergiversa com a moral de quem crê ter sido ungido com a graça de Deus. Não é difícil
encontrar, entre o médio que media o entorno, o homo sapiens parido para tal
finalidade. Qualquer um se metamorfoseia em dois para, em escalada de potencia
dois, formar a típica pirâmide causal das relações que agoniam as camadas inferiores.
Em algumas ocasiões, a insurgência das bases provoca o desmoronamento do
entulho lateral, porem, o centro permanece seguro e é aqui donde se reúnem as
sombras do partido rachado para arquitetar o renascimento de um novo partido, quem,
por vicio da sua denominação, jamais terá a grandeza de um inteiro.
José, e agora?
É agora, José!
Agora que a festa acabou, a luz apagou, a água sumiu, a noite esquentou, é
agora, José! É hora para os que sem nome zombam do passado, fazem versos, amam
e protestam, riem e choram, digam quem merece o voto para governar a ilha da
Utopia.
Por mi tardío raciocinio pienso que mi descompasado
pensamiento pueda mostrarse algo atrasado; retardado en el tiempo, dirían
algunos, otros algo viejo dirían. En fin, en este valle de lágrimas existen
sabores para todos los gustos; dulce, salado, agrio, triste, risueño, todo
cocido en papel aluminio para ser expuesto es escenario de tragicomedia.
En el artículo del señor Pousa veo radiografía
propria de un buen examen, apta a establecer diagnóstico de la grave enfermedad
que acomete a los gallegos, en especial a aquellos que sufren de algún tipo de
morbidez asalariada.
Destaco la buena posición en la baja inversión
extranjera, pues la alta seria causa de muchos agobios para los paisanos que
tendrían que devolver en plazos relativamente cortos el montante de las
inversiones con interés y lucro.
El chocolate de Pitufito deberá ser mejorado con
adicción de cacao algo más puro en su interpretación del PIB.
Y podríamos serlo, si por aquí nos permitieran
trabajar empleando nuestra competencia en hacer lo que hemos hecho en otros
países.
El gran problema está en la constatación de que
nadie hace milagros en su propia aldea. Necesitamos milagreros de afuera para
aquí adentro aproveche recursos capitalizados y diga al lugareño como habrá de
hacer para aportar ideas que hagan colosal el milagro.
El milagro contado por ellos parece más rico que la
realidad que nosotros vemos. Creo que es una cuestión de fe. Hemos puesto fe en
el papel que los milagreros decían que era mejor. Lo fue cuando, esparcidos
como plumas al viento, lo recogimos para hacer un sillón y, plácidamente
sentados con manos lavadas, vimos como trabajadores sangraban por los puntales
de la gloriosa corona.
Parecíamos ricos cuando fumábamos el habano
importado, el Audi de lujo con sus muchos caballos para realizar el trabajo de
una sola mula. Sí, ricos vanidosos cuando con nariz empinada despreciábamos el
emigrante retornado.
To Professor Manolo
and Arthur Nogueira, aos cuidados da Radio Bandeirantes:
Não consigo entender o
raciocínio que leva a considerar que os juros são fator de contenção da
inflação. Muito pelo contrario, o aumento de juros tem uma relação direta com a
expansão monetária. Não ha milagre nessa
relação conspícua na que o dinheiro é expressão contábil da riqueza de um país.
Consideremos que essa riqueza é representada
por um baú lotado com 100 quilos de papel. Essa expressão de riqueza foi
empapada pelo BC e foi ungida pelo dogma da confiança. Pelo método da partida
dobrada, a sociedade deverá registrar todo
esse papelão na conta do DEBE ao BC. O BC adquire, como todo bom credor, a razão
de dono legítimo de todos os bens da sociedade. Os bens reais da sociedade
estão sujeitos a variações em função de muitos fatores, incluindo entre eles os
juros. O conteúdo do baú é inelástico, não estica, porque o espaço está
saturado com a correspondência ao valor médio real, e não encolhe nem estica por
muito que flutue o preço das berinjelas, das batatas, do tomate ou dos ovos.
Conhecemos a boa disposição do credor a nunca rebaixar o conteúdo do baú que
com tanto esmero guarda ao lado da tabla da lei.
Por uma explicação
simplista e conveniente da arquitetura política econômica, os juros embaraçam o
consumo de bens e serviços, logo, um aperto na garganta dos consumidores
provocará um desequilíbrio entre a oferta e a demanda, fazendo que a economia
retorne aos trilhos. Esta é a explicação formal para o aumento dos juros. Ocorre
que a GUARDA do baú não está no depósito do consumidor. Ela é guardada a sete
chaves no bunker do BC, o qual, por sua vez, está amarrado com grilhões ao BM.
Do lado do débito não há
o que fazer, só apertar o cinto e evitar que o atraco entre pela goela. A
GUARDA do baú não está no depósito do consumidor. Ele é guardado a sete chaves
no bunker do BC, o qual, por sua vez, está amarrado com grilhões ao BM. Os
credores, voluntariamente, jamais queimariam quantidade de papel guardado no
baú para retornar a condição de equilíbrio.
Na condição de
Equilíbrio estável, partindo do mesmo raciocínio, os juros deveriam estar
contidos na taxa zero. É adotando essa condição de equilíbrio estável que este
humilde colega tece suas modestas considerações.
Pelo poder arbitrário
de quem crê que pode sacar vantagem na conta do credor, os juros para os
devedores são fixados em 15% da massa albergada no baú (não esqueçamos que a
media CELIC dos últimos 20 anos ultrapassa essa media).
Houve uma época em que
o professor Delfin ficava contente ao ver como um famoso dirigente sindical
determinava a inflação anual pela soma aritmética da inflação mensal. Mesmo assim,
no mês de maio lhe aplicava um corretivo aos salários para deixá-los bem aquém da
inflação equivocada do futuro presidente.
O BC é muito mais preciso
no cálculo do seu crédito. Á taxa anual de 15% (não esqueçamos que essa taxa é mensal nos
cartões de crédito rotativo), em cinco anos o consumidor tem na conta do DÉBITO
o baú inicial (principal), mais OUTRO BAÚ (ainda mais pesado) pelo conto dos
juros calculados exponencialmente com base nos 15%.
Cálculos são cálculos,
e se os juízes determinam que a dívida tenha que ser paga, a decisão tem que
ser exercida, com acordo ou sem acordo.
O problema, que
ninguém quer considerar, está no fato de que se toda a riqueza do país tem, no
seu equivalente papel contábil, todo o conteúdo albergado em um baú, de donde
os devedores van sacar papel para encher o segundo baú?
Com minha atrevida insolência
me atrevo a adiantar a resposta do querido professor Manolo e a do não menos
querido jornalista econômico Artur Nogueira. O BC tem o dom de, em um chispar
de dedos e da noite para o dia, imprimir papel suficiente para encher o segundo baú e mais outros
que forem necessários para justificar a duplicação da contrapartida do DÉBITO,
isto é, O CRÉDITO.
Os produtores da
riqueza do país não são bobos. Logo percebem que todos seus bens (agora, depois
de cinco anos) são representados pelo dobro de papel. Com o dobro do papel só
podem comprar, em condições de estabilidade real, o mesmo que antes compravam
no baú da economia real: necessariamente, o preço determinado em unidades de
papel será o DOBRO. A este fenômeno da
economia fiduciária chamamos inflação.
Depois do exposto,
chego a conclusão que eu queria rebater: “os juros são ferramenta eficaz no
controle da inflação”. Se o BC deseja maior inflação, aumenta os juros; se
deseja zerar a inflação, zera os juros. Juros negativos tirariam dinheiro da
arca e isso a ninguém interessa. E não falo dos agiotas que eram presos nos anos pós 64 por cobrar juros de 5% ao ano.
Saudações à equipe da
radio dos ouvintes que tem opinião. O Pipoca agradece a atenção e o bom gosto
do cafezinho.
El referéndum,
aprobado por el parlamento catalán por 65 %, se presentará dividido en dos partes
“Do you want Catalonia to become a State?” And if so, “Do you want the
state to be independent?”. El
referéndum deberá ocurrir en 9 de noviembre de 1914.
En una
traducción libre, al antojo del libre pensamiento de la comunidad celta de
Pindoschan, podemos, si queremos, entender la más carta autonómica por esta otra
y tan mínimamente sencilla formula:
"Usted quiere mas dimitido?"
Si responde sí, “Lo mandamos al Tibet o a
Siberia?”
I am confidente that I can rely on you to
encourage the paceful, democratic, transparent, and European process to which I
can a vast majority on the Catalan people are fully commited.
Como español, con los mismos derechos de los
españoles que habitan en Cataluña, exijo se considere esta libre traducción.
Por “exijo”
entiendo “por favor, por el amor que todos españoles tenemos a España DÉJENNOS en paz para no PENSAR MAS en tonterias.”
Nuestra
historia es linda. Formamos parte de un imperio que quiere establecerse en
algún lugar del mundo, por ejemplo, Bruselas, Paris, Viena o, ¿quien lo sabe?,
Londres. Que buenos tiempos fueron aquellos
en los que nuestros antepasados de alta mira podían pasar las horas
maravillosamente acomodados y aclimatados a paleolíticos del comando
magdaleniano. Matados a palo fuera del agujero que la providencia les había
ofrecido como hogar, les restaba la maravillosa ocupación de dedicar el tiempo
a esculpir formatos en la piedra bruta de una abrupta cueva. Con puertas
infranqueables, el espíritu indócil de esta gente fue resguardado por algunos millares de años,
dando gracia humana al Paleolítico Superior. El rescate ocurrió debido a la
curiosidad natural de un perro que seguía el rabo de un rabbit, o conejo
español, eses simpáticos saltamontes de orejas grandes y libido libre, encontrados en diversas
partes de la esfera seca. Dicen que hay registros de que Confucio nos vio
saltar entre las murallas chinas allá por los años de 2600 a.C. En Arabia, Siria y Palestina éramos conocidos
como “sphan” y por tal razón los fenicios llamaron Spain, Hispain o España a
nuestro entorno geográfico, que de
aquella era más grande y ocupaba toda la península ibérica. Lo de iberia se lo debemos
a los griegos que aquí venían para bañarse en el rio Ebro, cazar el toro bravo
y exponer su piel por toda la península.
Es de cajón saber que en España hay muchos ríos, y
si hay ríos es porque llueve mucho. Una de las particularidades de la lluvia es
limpiar el aire de cosas sucias y la tierra del polvo que la contamina. Pero,
con tanta limpieza machacando la conciencia, la memoria también se apaga. Y con
la memoria obscurecida por tormentas del pasado, fue relativamente fácil a los
cartagineses venir con sus elefantes y, también relativamente fácil, a las
legiones romanas recorrer toda nuestra geografía y limpiarla de tan abundante
caca producida por los gigantes africanos. Nos llevaron la caca de los conejos,
pero preservamos el estrume de la raza
caprina, de la cual el cabrón, o macho cabrío, vino del desierto africano en un
franco movimiento para dar cuenta de lo que restaba del íbero-celta.
Y así,
por engodo de godos, visigodos, suevos, alanos y los actuales vándalos, después
de expulsar el moro amigo, llegamos al emperador del imperio hispano, José el
único en la historia de España.
José
vino para ser bebido como Pepe Botella en España, al mismo tiempo que Fernando vivía
en Francia. José se haría dueño de Iberia y de buena parte del vice reino de
América durante 1808 y 1813. En 2008 España sentía los efectos de la prime americana y el inicio del desmonte
del bienestar de los indígenas iberos, extrañamente precedido por un fuerte
malestar de los inmigrantes y emigrantes retornados. A Godoy no le iban bien
los franceses. A Rajoy no le va muy bien Europa. La comisión del norte ya nos ha
tirado el sagrado cajón que guardaba la moneda española. Ahora nos muestran el
Arca de la Alianza Europea, pero quien guarda las llaves del arca sagrado no
vive en la península de los conejos. Cuando los guardianes necesiten maná para
comer, vendrán a por los rabos y orejas y pedirán al rabbit que les ponga
huevos, cosa fácil durante la pascua, pero imposible en tiempos de la austera
soberbia.
Decididamente,
si nos fue tan mal entre 1808 y 1813, peor va siendo el 200 años después.
Cambiamos una docena por seis unidades. Les dimos un kilo, nos devuelven un
pound. Llamemos los cien mil hijos de San Luis para resolver tan difícil problema
en el esquema de la gran salvación.
Mi motivación en pro de este video son las
centenas de veces que yo me vi obligado a respirar el humo de carburos metálicos,
subiendo la cuesta de Brens que le hacía frontera. Algunos dirán que no debía ser
muy malo, por el hecho de que yo consigo acordarme después de más de medio
siglo de haber sufrido aquel horror.
Yo tengo el privilegio de haber nadado en
las aguas limpias de la maravillosa playa de Brens, de haber compartido el sol
con mis padres en sus arenas cristalinas y, infelizmente, de haber reparado en
el primer flujo del primer lodo viscoso, inicialmente surgiendo de la arena
como si un manantial fuese y, después, como un riego continuo que aumentaba su
caudal con el pasar del tiempo. Los nietos de mis padres jamás pudieron compartir
la belleza ecológica ofrecida por la ría de Cee en todo su contorno natural.
Pena para nuestra conciencia.
Mi mundo se descompone, y lo descompuesto
difícilmente se compone. Aunque mis ojos ya vayan perdiendo su natural sentido
del poco que les sobra, me hacen sentir el buen sentido y la buena cordura de
los promotores de la defensa de nuestro patrio suelo. El oro, mismo siendo un
metal precioso, no paga la pena para que nuestros nietos, con sus ojos en perfectamente
funcionamiento, sientan la amargura de no poder ver la belleza que Dios ha reservado
a los hijos de Galicia.
Escuchando
esta serie de blues, alguien se verá inclinado a diagnosticarme un cierto
estado de opresión, abatimiento de ánimo
delante de la imposibilidad de ver el brillo del sonido, ahora impulsado por el
soplo bien trenado del mago musical y las cuerdas vibradoras palpitando al
ritmo que le ofrece el sentido del tacto.
El
superego revela su parte moral evocando mis valores sociales. Es como lo
explica la teoría psicoanalítica: uno se divide entre el yo ideal, que busca el
bien que es posible encontrar; el otro yo viene representado por la conciencia
moral, la cual determina la naturaleza del mal a ser evitada.
Mi
superego se esfuerza para inhibir cualquier sentimiento de culpa por el estado
rebelde de los ojos. Recomienda al ego a comportarse de un modo disciplinado, con
el conocimiento moral inyectado, desde la niñez, por los padres, familia y el
medio en que uno fue creciendo. De esta forma, amparado por la desgracia de un
cuerpo que decae y se corroe, uno imagina que va caminando sobre gestos,
palabras y pensamientos, siempre en la línea
de la vida, que siempre conduce al mar, que es el morir del mi amigo Jorge.
Los
blues me sitúan en un estado de ánimo en el que me siento calmo, muy a gusto,
viendo desde la comodidad del diván como vienen y van las ondas musicales, como
se forma la espuma al correr la vida sobre los acantilados, como nace el sol
atrás del Pindo y se acuesta sobre un horizonte de agua salada después de haber
iluminado nuestro finisterre. A medio camino de un camino bastante largo, la
calma se transforma en cansancio; sin energía ni tensión el cuerpo pide descanso;
al mismo tiempo, por el oído penetra el sonido agudo de una trompeta y el menos
agudo de un clarinete, ambos embozados por el grave son de un violón y el
repique de un tambor, toda esta maravilla sigue endulzada con el ritmo de un
piano. Es hora de dormir. No veo quien para mi toca los blues que deslizan por
los altavoces y encantan mis oídos, uno de los sentidos que todavía no se ha
declarado en quiebra, a pesar de tanta melancolía advenida de los blues de
Miles Davis.
Cuando
la vista no falla, el músculo no me tiembla; pero si el ojo treme, mi vida
parpadea en una burda mezcla de claro-obscuro, sin otro dominio que no sea el
blanco fugaz en la negritud eterna.
El plan galeno para dar substituto humano al
cristalino divino ha fallado. La brisa translúcida de la catarata que se
abatiera sobre el ojo izquierdo fue substituida por asas de cucaracha, gigantes
baratas. Una falla de la creación humana, sin duda.
Era
necesario corregir tan claro descalabro para retornar a la era de las luces. Y
el plan “ b” lo arrancaba de la manga el científico especializado en ojos
mundanos. Con chorro licuoso fue arrancado del globo ocular las asas grandes, después,
las pequeñas; en fracción de segundos desaparecía de mi vista aquellos macabros
objetos. La ingeniería humana se equiparaba a la divina haciendo del barro todo
que la física permitía. Pero, ¡ojo al gato!, que lo que dios nos da el burro no
lo tira. Sin membranas para protegerme del sol, la luz del día me ciega el ojo
izquierdo, y tan poderoso es su impiedoso desvarío que, si a tiempo no bajo la visera,
el ojo derecho sumerge en la más negra sombra que jamás pensé que tanto me
asombraría.
En
algunas ocasiones me siento técnicamente ciego. Esto es horrible porque la
vista es el más preciado don con que la naturaleza ha revestido nuestros
sentidos. Al olfato poco sentido le queda en esta enorme selva de piedra, en lo
que todo huele a mierda salpicada con perfumes oleosos de petróleo, exhalados por
el culo de los coches, camiones, barcos y aviones. El tacto es exigente de
manos puras, piel sin rugas y contacto directo, algo difícil cuando el tiempo
nos cubre con un manto de pliegas, muchas verrugas, manchas obscuras y delicadeza
sedosa poco sensible a los malos humores
del destino. Ah, el oído, entrada abierta para todo que es ruido, tiene valor
entrañable en la esencia de esta vida. El oído nos da equilibrio y regula
nuestras emociones; minimiza la ansiedad generada por el motín de los ojos y,
en ciertos momentos de reflexión, aplaca la ira para restaurar el placer de
seguir viviendo.
Es
lo que ocurre ahora en lo que va ya más de una hora. El cielo azul se desencanta
para iluminar mis ojos con rayos e inundan mis oídos con truenos. Es un
temporal bien comportado, actúa con la disciplina de un furioso guerrero:
dispara con hora marcada; los barios bajos se inundan, sus moradores salen a la
ventana y sus voces de socorro se mezclan con el sonido de la lluvia y el
bramido del trueno, bien guiado por el brillo del rayo que relampaguea en el
cielo.
En el
fondo de mis ojos están los dulces recuerdos de una vida plena. No quiero llorar,
mi llanto no irá explicar el dolor que existe en el mundo. Como canta el poeta brasileño,
Chico Buarque de Holanda, es hora de aprovechar: una rosa nació, todo el mundo bailó,
una estrella cayo y yo les muestro, sonriendo en mi virtual ventana, el
virtuoso vídeo del poeta Chico. Disfruten del placer de un buen oído
Un animal
invertebrado es un animal del que no se puede extraer leche. La política
ropturistica, de cuyos resultados hoypadecemos, surgió con el semen esparramado por la xeografia peninsular -
y otras, económica y políticamente dependientes pero vertebradas en una aparente
unidad social- en los idos lejanos del 78 pasado.
Energía
e ilusión no se vende, o se tiene o se carece de ella. Eso es fácil de ser observado
cuando uno percibe que ambas virtudes ceden resignación al paso de la edad.
Mucho más difícil es entender que los jóvenes, en plena fertilidad intelectual
y corporal, vayan cediendo el espacio de esas dos virtudes para cederlas al
imperio de un estado general de suprema frustración. En el terreno de la frustración
la resignación no entra, es el reino obscuro de la apatía y del desespero
endémico.
En
la España de hoy conflictan tres naciones: la de los parados, la de los
explorados y la de los exploradores. Todos sin excepción pagan impuestos a la
comunidad local, a la comunidad provincial, a la comunidad comunitaria, a la
comunidad del reino unido, a la comunidad del estado integral, a la comunidad
de la unión europea, a la comunidad internacional de las naciones unidas, a la
comunidad del fondo monetario y a un sinfín de comunidades paralelas (ONG’s y
etc.) Para dar suporte a tanto asunto imponible, muchos sin causa real pero con
causa presumida por la ley que con sus artificios todo lo puede, la generación nueva ayer pero
vieja hoy ha aborricado sus miolos con frutos de cultura que hoy se muestra
inútil, desacompasada y carente de la mínima competencia delante de la máquina
avasalladora, muy capaz esta de entender que su único dios es el dinero y se
mantiene en la ilusión de ser el único heredero de lo que la humanidad ha
producido en pro de la des humanidad avasalladora.
Podemos
sentirnos orgullosos de haber cumplido nuestro deber siempre que el deber sea
entendido como la virtud que mi padre predicaba. Pero no podemos estar
satisfechos delante de ese deber impúdico que nos indigna, humilla y mata, arrancándonos
todos los frutos que por el deber cumplido hemos obtenido. No Hay peor
terrorismo que el sentimiento de verse amenazado por el desahucio en un
horizonte sin posibilidad de primavera. Mil muertos por acción del terror es
una calamidad imperdonable. Cinco millones de familias aterrorizadas por
absoluta falta de oportunidad es una pena hedionda de la que jamás habrá
posibilidad de compensarla.
La
pasión es nuestra principal virtud y nuestro principal defecto. Uniendo los
extremos de la pasión cerramos el circulo de lo que entendemos por unidad española
y, cerrando el circuito de dos corrientes en un punto común, un clarón
celestial se produce y se extiende sin que nadie lo entienda, hasta que surja un
corta circuito que de origen a una nueva génesis.
¡Alfredooo!
¡Feliz cumpleaaaños!
Perdón,
mi señor, su cumpleaños siempre fue feliz y mi deseo sincero de que continúen muy
felices por el resto de mi vida en nada va alterar su majestosa humildad de
reconocer el estado de gran indignidad que acomete a tantos millones de mis
paisanos. Dependiendo de mi voluntad, mi cuerpo está disponible para trabajar
en todo que a esa gente (incluyendo yo mismo) convenga.
Es
dia para decir todo loi que queramos decir. Es dia para recordar preferentes de
ocurrencias pasadas en el año que se acaba. Y por ahí nos invade el hechizo de
la miserabilidad advenida de la esperanza que habíamos en los frutos de las
preferentes y , ahora maduras, se atascan en la garganta como espinas agudas,
prontas para dilacerar los ductos por los cuales algunas consigan resbalar.
Pero esas espinas del mundo financiero no son los peores huesos que debemos
roer en el nuevo año, que empezará cuando la pelota que todos queremos chutar complete
la enésima vuelta alrededor del astro Sol.
Estamos
en el quinto año de lo que ya podríamos llamar gobierno de la crisis más
sospechosa de la historia de nuestra galaxia. Crisis advenida en el apogeo de
la capacidad productiva, con inversiones a destajo en automóviles a diestro y
siniestro, en comilonas con aire de majestosa nobleza, abochornada con vinos de
calidad y humos del puro humedal habano. A nuestro parecer poca cosa nos hacía
pensar que éramos frágiles delante de una invasiva austeridad, austeridad que
fue penetrando como virosis ensandecida por todos los poros de la piel y va instalándose
con fuerza de ocupa en todos los órganos, amenazando en menos de un año poner en
jeque los órganos vitales.
Nos
piden esfuerzo, ilusión y esperanza. Sabemos que la esperanza es la última a
caer. Ella se derrumba cuando la ilusión fallece y en su lugar surge el demonio
de la frustración. Con la mirada absorta en el futuro y los oídos deseosos de
escuchar buena música, el viento ondula palabras insuflando el sentimiento de
que es necesario hacer esfuerzo colectivo para juntos salir adelante y, aunque
por inacción no consigamos dar más un paso, moriremos diciendo que intentamos
mejorar la situación sin haber mejorado absolutamente nada.
La
vida moderna es colectiva, socialista por exigencia de la sociedad en que la
vida humana y también la animal se integran. La vida puede ser socializada por
comunión de un grupo de personas, los gallegos en su ambiente geográfico o
españoles en la circunscripción ibérica. Podríamos incluso ampliar los
beneficios del socialismo aumentando la abrangencia del espacio de la Unión.
Por el esfuerzo colectivo, podríamos construir, por ejemplo, la Unión Europea,
la Unión Mediterránea, la Unión de los países del Atlántico e incluso, si a
alguien le pareciera original, podríamos inventar la Unión de las Naciones
Unidas. Todo sería bueno si la capital
de tan colosal imperio se ubicara en el junqueral de mi querida tierra.
Pero la
vida jamás se capitaliza, ni siquiera por la criogénesis. Adviniendo la
navidad, la vida sigue su rumbo sin cualquier posibilidad de ahorrar un año para
consumirlo en los años que le siguen. La vida no es capitalista. La vida es
socialista y tiene su fundamento en la unión social de dos personas, de género
opuesto, verdad, pero que se complementan. El capitalismo está ahí imponiendo
criterios para romper esta singular verdad. Ha roto la unión de dos personas dictándoles
el ejercicio de trabajos bajo la ilusión
de que ganarán vida. Después destrozan aquella ilusión mostrándoles que separados no son nadie y lo único que algo
significa es el alma de un monte de papeles que, evidentemente fuera de la
ilusión, absolutamente nada valen.
Con castañas
calientes en el rigor del invierno la ilusión se enerva y la esperanza se
renueva, por lo menos en cuanto dure la
digestión de tan sabroso fruto, ofrecido por la naturaleza y recogidos por mí en
días de frio invierno de los años de Aznar, en el bosque del colegio Fernando
Blanco y asados por el calor de mi esposa en un modesto piso de la pena.
Pero
ni siempre las cosas son como parecen. Pedir a un joven desempleado que tenga
ilusión y esperanza en el futuro puede parecer bueno, pero si ese pedido no se
concretiza en un intervalo corto de vida (inferior a una estación) es de
esperarse que el desespero vendrá y el pedido de nuestro querido patrón de la
xunta tendrá el mismo efecto que tendría si pidiese a un jugador de billar que acertase
casapa fustigando la bola con una cuerda.